quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Miltassia royal








Floração janeiro/ fevereiro 2014.

A miltássia é o cruzamento da Miltonia com a Brassia.

Miltonia de  clima frio são originários dos Andes na Colômbia, Panamá e Equador. As de clima quente, são as Miltonias originárias de Minas Gerais no Brasil e são próximas dos Oncidiuns.

Luz: Deve ser relativamente sombreada. Luz direta queimam as finas folhas em curto período de tempo. Entretanto os do clima quente ( 2.000 velas) preferem mais luz que os do clima frio (1.200 velas).

Temperatura: é crítico para os do clima frio. A menos que a temperatura seja mantida abaixo de 27ºC  elas não florescem. A temperatura mínima é de 10ºC a 13ºC.  As de clima quente requerem temperatura mínima de até 16ºC e acima de 32ºC  com a umidade de 70% a 75%.

Umidade: deve ser de pelo menos 70% porque elas requerem água em abundância. Menos umidade as plantas ficam estressadas e podem adoecer.

Rega: Deve ser abundante e o substrato deve drenar perfeitamente. No seu habitat nativo as plantas drenam diariamente e por causa disto, elas são intolerantes ao acumulo de sais. Quando não recebem água ou umidade suficiente as folhas tendem a desenvolver-se plissadas como acordeom.

Adubação: Adubar a cada 2 semanas com a metade da concentração indicada pelo fabricante. Pode reduzir a frequência 4 semanas durante o inverno. A formulação 10-30-20 é benéfica para o início da primavera para estimular a floração.

Replantio: deve ser feita após o final da floração e quando novos brotos começarem a surgir. Miltoniopsis devem ser replantada todos os anos elas não toleram substratos velhos. As Miltonias tendem a ser mais tolerantes, entretanto é melhor replantá-las.

Brassia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceæ) e à subtribo Oncidiinae. Foi descrito pelo botânico inglês Robert Brown em Hortus Kewensis; The second edition 5: 215, em 1813, usando a Brassia maculata, que fora recentemente coletada na Jamaica, como espécie tipo. A maioria das espécies produz flores de perfume agradável, especialmente durante as horas quentes do dia.
O nome deste gênero é uma homenagem a William Brass, cujo nome latinizado é Gulielmus Brassus, um inglês, ilustrador de botânica do século XIX.
Desde a criação do gênero, cerca de oitenta plantas foram classificadas como Brassia. Em 1972 Norris Williams dividiu o gênero em dois removendo a secção da Brassia glumacea para o gênero Ada que é um gênero de transição entre Aspasia e Brassia. Espécies com flores quase sempre muito parecidas com a do último gênero, dele se diferenciam por apresentarem inúmeras folhas dísticas, mais inflorescências por pseudobulbo, e também por apresentarem grandes brácteas florais infladas, ausentes nos outros.
As Brassia são parentes próximas também de Miltonia das quais se diferenciam principalmente pelo fato de na maioria das espécies as pétalas e sépalas de suas flores serem longamente acuminadas ou mesmo caudadas.

Um comentário:

selma s disse...

Tá muito linda!!! É bem idosa, não é?