domingo, 11 de março de 2012

Miltássia Shelob Tolkien


foto e cultivo MGloriaM
floração 02/03/2012

Cruzamento Miltassia Olmeca x Brassia Edvah Loo
Hibridador/ Registro: J. W. McCully – 15/06/1998

Características:

Planta de haste longa e de flores muito duráveis floresce mais de uma vez ao ano. Vegeta em meia sombra.

Habitat: vive sobre árvores – epífita.

Cultivo: vaso de plástico com esfagno e brita em clima de altitude, adora a neblina da madrugada.

Adubação: osmocote de 3 em 3 meses, superthrive 1 vez por mês na proorção de 1 gota para 3,6l de água.

Aquisição: Orquidário 4 Estações.






terça-feira, 6 de março de 2012

Hadrolaelia fidelensis




floração 01/03/2012
foto e cultivo: MGLORIAM
aquisição: 01/05/2011 - Orq. Florália
Exemplar originário de sementeira - Orq. Florália - Niterói -RJ


O exemplar da foto foi adquirido, por mim, do Orquidário Florália  em 01 de maio de 2011, na exposição de orquídeas realizada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Ela veio plantada em vaso de plástico com casca de pinus.
 
MEU CULTIVO:
 
Inicialmente a planta vegetou em sombra para adaptação, no entanto, observei que estava em dormência por muito tempo (não enraizava e nem brotava), por isso, resolvi levá-la para uma altitude de 1000m, o que acredito tenha sido a razão da mudança vegetativa. Talvez por vegetarem ao ar livre recebendo o sereno, a chuva, o vento, a luz do sol da manhã e as bolinhas de osmocote de 3 em 3 meses. Todos estes fatores fazem a diferença.
Por isso, em menos de um mês enraizou e brotou, isto em dezembro de 2011.
Na segunda quinzena de janeiro de 2012 observei um pequeno botão emergindo de seu bulbo novo.
Agora esta linda raridade de flor em primeira floração.
Segundo o texto abaixo ela deveria ter florido em janeiro, então atrasou um pouquinho.
 
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CURIOSIDADE ORQUIDÓFILA:

A história desta espécie merece uma atenção especial, por isso, transcrevo abaixo, com os devidos créditos:
DEPOIS DE CONHECIDA, UMA FLOR À MORTE
Só depois de 36 anos da morte de seu descobridor, está sendo divulgada em São Fidélis, a Laelia Fidelensis, espécie de orquídea rara em todo mundo que tem seu habitat natural nas regiões montanhosas do município.
A espécie passou a despertar maiores atenções depois que a revista americana Orchid Digest, num artigo de três páginas, publicou na sua edição de agosto deste ano ampla reportagem sobre existência dessa flor.
Segundo o artigo da Orchid Digest, assinado por J. A. Fowlie, "em 1940, o Dr. Júlio Sodré, um residente de uma pequena localidade de São Fidélis, às margens do rio paraíba, no Estado do Rio de Janeiro, fez uma descoberta surpreendente, próximo à sua casa. Escalando ostensivamente para dentro da Serra de São Fidélis, ele descobriu a planta que parecia vegetativamente como uma da espécie Lealia Cattleyodes, porém, era muito pequena em sua estatura como uma hodrolaelia. A principio pensou ser uma híbrida natural e várias espécies de laelia são citadas como possíveis parentes, porem, finalmente, a planta floresceu de maneira um tanto espetacular, bem diferente de qualquer outra orquídea selvagem ou híbrida natural que ele jamais encontrou na região".
"As flores - informa ainda a revista - foram enviadas ao expert de orquídeas brasileiras daquela época, que era F. C. Hoehne, o qual declarou que era uma nova espécie. Contudo, nunca publicou oficialmente a respeito da planta. A fama da planta se propalou e cedo recebeu um item entre os colecionadores de orquídeas; parte da planta enriqueceu as coleções particulares em Niterói, Estado do Rio. Uma peça destas foi cedida por Rolf Altenburg, as semeaduras vendidas através do Orquitário Binot, as quais foram etiquetadas por sua uniformidade, sugerindo novamente ser uma nova espécie e não uma híbrida natural. Entretanto, Hoehne faleceu, e Dr. Júlio Sodré levou para o túmulo o segredo cuidadosamente guardado quanto ao habitat natural da planta".
Segundo ainda a Orchid Digest, em 1966, durante um congresso de botânica, a planta foi mostrada pelo botânico Dr. Brieger, que negou a possibilidade como híbrida natural já que não havia possíveis parentescos dos quais pudesse conjecturar. Posteriormente, em 1967, uma revista especializada em Orquídeas publicou a respeito da Laelia Fidelensis, e, mais tarde, a espécie herbário foi encontrada no Jardim Botânico do Rio.
Espécie Rara
A Laelia Fidelensis, é uma espécie muita atrativa, sempre de flores de cor rosa uniforme, de tonalidade desmaiada. A planta original da coleção do Dr. Júlio Sodré foi dividida entre os membros de sua família.
Atualmente só quem as possui em São Fidélis, são os filhos do Dr. Júlio Sodré, o médico Hélio Sodré e seu irmão Bernardino Sodré ? que há coisa de uma semana, despertados pela publicação da revista americana, conseguiram no Orquidário Binot, em Petrópolis, três mudas da planta, que somente deverão florescer neste verão.
Segundo a orientação do Orquidário Binot, essa orquídea é uma planta de porte baixo e, em Petrópolis, ela tem florido entre outubro e janeiro. Os seedlings são cultivados recebendo muita luz, especialmente na parte da manhã. Ela pode ser cultivada no mesmo ambiente que a Laelia Crispa. A espécie fidelense costuma florir sem espátula e quando a folha nova abre, o botão já está aparecendo. é preciso cuidado nesta época para não deixar acumular água na folha nova para evitar o apodrecimento do botão. Também em Petrópolis, o Dr. Dennis Deveen, está cultivando a espécie fidelense, que tem valor altíssimo entre os orquidófilos e apreciadores de orquídeas.
Júlio Sodré, descobridor da espécie, faleceu em 1941. Embora não fosse formado em botânica, sempre se dedicou à pesquisa de flores, nas horas vagas que tinha como funcionário dos Correios e Telégrafos em São Fidélis. A grande particularidade da laelia por ele descoberta, é que ela se apresenta em oito pistilos, diferençando das demais espécies de orquídeas existente no mundo.
Para algumas pessoas, os desmatamentos ocorridos nas regiões serranas de São Fidélis poderão muito em breve contribuir para o desaparecimento dessa planta devido ao desequilíbrio ecológico e a consequente quebra de seu habitat natural.
Jornal O FLUMINENSE
Estado do Rio de Janeiro, sexta-feira, 09/09/1977

 
 
 
 
 
 



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

BLC Captain Pessoa - reeditado




 Foto e cultivo MGloriaM
Floração em 14/02/2012

Em dezembro de 2010 ganhei este híbrido com 3 botões, que por sinal não consegui identificar até hoje.
Neste ano a floração  ocorreu em 14 de fevereiro, com 02 lindas e enormes flores perfumadas.
Nestes doze meses de cultivo, observei que ela gosta de sombra após a floração, período em que entra em dormência.
 Quando inicia a brotação recebe um pouco mais de luminosidade e meia sombra tão logo aparece a espata. 
Adubação é a mesma que oferto as demais: osmocote, viagra da AOESP e superthrive (1 gota para cada 3,6 litros de água, uma vez por mês).



Nota:

A planta acima foi identificada pelo Orquidário 4 Estações como sendo uma legítima BLC. Captain Pessoa, um  belíssimo  cruzamento realizado em dezembro de 1988,  pelo grande hibridador Rolf Altemburg (leia-se Florália).

Para saber mais leia aqui:http://www.delfinadearaujo.com/on/on18/paginas/hibridos2.htm




 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Denphal madame vipa - albo





meristema
floração 29/01/2012
foto, cultivo e propriedade MGloriaM

Em meados de março de 2011, adquiri este exemplar do orquidário Oriental com haste subindo, mas  abortou a floração e iniciou nova brotação, surpreendendo com duas  hastes e a florada da foto.
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Dicas:
1 - Quando adquiro um exemplar plantado, mantenho-o  no mesmo vaso, acho desnecessário a troca por entender ser um grande estresse para a planta.
2 - Faço tratamento preventivo contra caramujos, pulgões, ácaros, etc... com ferramol, óleo de neem e combat.
3 - Inicio a adubação e rega junto com as demais.
4 - Adubação que faço é basicamente osmocote e viagra da AOESP. Não troco de adubo.
5 - Fiz a opção pelos adubos acima, por serem mais práticos e pela resposta positiva que obtive no cultivo.
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Leia um pouquinho mais sobre Denphal aqui:
http://orquidariorecreio.blogspot.com/search/label/Denphal%20hibrido








sábado, 4 de fevereiro de 2012

Laelia crispa - 2012





Floração 29/01/2012
foto e cultivo: MgloriaM
Propriedade: MgloriaM

Nesta postagem, apresento a floração da Laelia crispa. No ano passado ela floriu com 4 lindas flores, como podem observar, ela surpreendeu com 6 flores.
A foto foi feita no segundo dia da abertura das flores, ou seja, não estavam perfeitas, prontas para serem fotografadas.
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Nestes doze meses, desde sua ultima floração em fevereiro de 2011, alguns pontos pude observar e deixo como dica:

1- Logo após a florada, por mais ou menos 30 dias ela entra em dormência, para em seguida iniciar de forma rápida a brotação e enraizamento.
2 - Em junho/julho período de inverno o broto já estava adulto e com espata, neste período apenas borrifo água para não desidratar e não adubo.
3 - Na primavera rego e adubo com abundância.
4 - A espata verde, medindo em torno de 10 a 12 cm, levou  5 meses para encher.
5 - Como gosta de muita umidade, mantenho uma bromélia na parede bem acima do vaso.
6 - luminosidade alta, com sol direto no inverno.
7 - As cochonilhas adoram sugar sua seiva, então olho vivo.
8 - A ventilação deve ser muito boa, nada de local fechado e quente.
9 - Aprendi que não se deve tentar  tutoriar a floração, sob pena das flores secarem antes da hora.

De resto, apesar de ser considerada uma planta exigente e exagerada, por que gosta de muita luz, muita ventilação e muita umidade, acho de cultivo médio, dá para arriscar.
Para saber mais sobre ela veja aqui:

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

FERTILIZANTE NATURAL

Enquanto aguardo as florações de várias espécies, resolvi posta uma receitinha simples , de um adubo natural chamado bokashi, antes vamos conhecer através da EMBRAPA, um pouco sobre ele:


foto capturada na internet (crédito abaixo)
O que é bokashi?
É um produto agrícola de baixo custo, saudável para o produtor e consumidor e não agressivo ao meio ambiente, obtido a partir de uma mistura vegetal fermentada com microorganismos eficazes.
Para que serve?
O principal objetivo de se utilizar o Bokashi é promover o equilíbrio biológico do solo, que, por sua vez irá melhorar suas condições físicas (proporcionando a formação de agregados, aumentando a capacidade do solo armazenar água e drenar o excesso, minimizando os riscos da erosão), químicas (diminuindo as perdas por lixiviação e promovendo maior disponibilização de nutrientes a partir da fermentação da matéria orgânica disponibilizada pela adubação verde) e sanitárias (diminuição das populações de fitopatógenos do solo).
 Para os que se animaram deixo a receitinha e mão na massa.

FERTILIZANTE NATURAL

Ingredientes:
200g de Torta de Mamona
200g de Farinha de Osso
200g Calcio de Ostra ou Calcário de ostra.
200g Esterco de Galinha
10g de Fermento em Pó( de preferencia Dr Otker) usado pra fazer pão.
30g de Ganulado 20/20/20 (NPK) pode ser o biofétil.
Farinha e trigo qsp
Água qsp


PREPARO:
1º PASSO- É melhor peneirar todos os ingredientes separadamente.
2º PASSO- Em uma bacia misture todos os ingredientes menos o trigo adicionando água em pequenas quantidades até formar um mingau ( aproximadamente 3 xícaras).
3º PASSO- Coloque a farinha de trigo aos poucos até a massa ficar bem unida á ponto de sovar igual a massa de pão. ( o trigo não tem medida, vai depender da qtidade de água que colocou e da umidade dos ingredientes). Esta medida gira entorno de mais ou menos 400g. Misture tudo mto bem pra que a massa fique bem homeogenea.
4º PASSO- Faça cordões da massa mais ou menos da largura de dois dedos. Corte do tamanho de um docinho de festa gordinho. Desta forma renderá mais ou menos de 130 a 150 bolinhas.
5º PASSO- Vai fazendo as bolinhas e colocando em uma bandeja forradas com folhas de jornal ou folhar de papel toalha. elas vão soltando água. Leveás ao sol até firarem bem secas. Depois de secas acondicione elas em uma recipiente com tampa de preferencia em um vidro com tampas.

Dicas: Usar uma bolinha em um vaso de tamanho mais ou meno de 15cm ou duas bolinhas em vasos maiores. Elas durarão em torno de mais ou menos dois meses dependendo das regas. Depois de dissolvidas coloque outra bolinha no vaso em outra parte do vaso de preferencia do lado oposto ao lugar em que estava a outra.
O bokashi pode ser colocados proximos da raizes, ele não provoca quimaduras nas raizes e nem as plantas.
Cuidados com os animais domesticos, pois por causa da farinha de osso os animais são atraidos pelo cheiro. E a torta de mamoda é extremamente toxica e pode matar animais e crianças.
CUIDADO.

Boa sorte à todos.


Fontes:
EMBRAPA - http://www.cpafro.embrapa.br/media/arquivos/publicacoes/folder_bokashi_.pdf
Foto capturada em:http://mungoverde.blogspot.com/2008/09/bokashi-caseiro.html
Receita: fornecida por Luciana Figueiredo ao Fórum A Orquídea. http://www.aorquidea.com.br/forum/viewtopic.php?t=6451

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cattleya labiata tipo


Como todo iniciante busquei adquirir plantas de fácil cultivo e de acordo com meu clima.
Em 2008 li que a Cattleya labiata vegeta bem em clima quente, nível do mar, que gosta de sol, umidade e ventilação, logo adquiri 2 exemplares a da foto, tamanho adulto com espata (vazia) e uma amesiana (que não resistiu aos meus cuidados).
No entanto, não mencionaram nas entrelinhas que a "Rainha do Nordeste" é temperamental.
Nestes  3 anos obtive sucesso com  outras de cultivo considerado difícil e justamente a C. labiata foi quem me levou a exaustão, por mais que eu fornecesse todas as condições, pelo menos pensava que fazia, mais me exigia. Nada de floração.
Não nego que já estava desanimando, quando resolvi no inicio de Janeiro retirar o cachepô onde ela vegeta e enterrá-lo num balde de plástico cheio de brita "0" (zero) de cara para o sol.
Ao mesmo tempo que as folhas  amarelavam suas raízes enormes começaram a buscar a umidade nas britas, com brotação nunca  visto antes..
Meu desânimo transformou-se em esperança, quando numa de minhas fiscalizações noturnas avistei uma espata saindo da folha nova, mais ainda, quando notei que dentro dela estava começando a se formar botões.
Os botões se formaram, saíram da espata (vibrei) e agora apresento as flores, o resultado do exercício diário de muita paciência e teimosia.
Valeu a pena perseverar.



Floração 03/06/2011







Origem do Nome:

No Século 19 havia uma verdadeira corrida entre os comerciantes de flores e plantas europeus em busca das novidades do novo mundo com sua flora exótica e de colorido exuberante. Evidentemente as orquídeas eram o centro das atenções. Em 1821 John Lindley descreveu as Cattleyas labiatas, nomeando-as cattleya em homenagem a William Cattley, rico comerciante e colecionador de plantas e labiata ( lábio grande ) devido ao tamanho de seu labelo. Após intenso sucesso, as cattleyas ficaram meio esquecidas até 1889 quando foram redescobertas, ressurgindo o interesse comercial por essas plantas de belíssimas flores.

A Cattleya labiata é uma espécie que floresce ao final do verão e princípio do outono, o perfume exalado por suas flores na parte da manhã é tão característico que podemos chamar de "perfume das Cattleyas" pois esta é uma característica transmitida aos híbridos produzidos com sua participação.  Espécie considerada 'Rainha do Nordeste Brasileiro', para muitos 'Rainha das Orquídeas Brasileiras', pela floração abundante, de grande duração, de perfume inconfundível.
Habitat  
                                    
A labiata ou lirio roxo como muitos a chamam no interior do Nordeste, procede em maior número de habitats dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Ceará e Sergipe.
 
Ela é planta epífita ou por vezes rupícula, que vegeta sobre  árvores ou sobre rochas e em paredões nas serras, em locais nos quais a umidade provem, como já dito antes, de um mais intenso regime de chuvas (brejos) e da neblina que se forma, noturna e matinal, locais quase sempre protegidos do sol intenso.  Na natureza, vegeta a uma altitude entre 500 e 1000 metros. É, sem dúvida alguma, a mais bela e uma das mais apreciadas orquídeas brasileiras, por ser cultivada fácil e soberbamente, de norte a sul do País. Nenhuma outra Cattleya o faz em tal plenitude!

Planta    
  
Planta extremamente resistente, como boa nordestina que é, com pseudobulbos de 15 a20 centímetrosde altura, comprimidos e sulcados, apresentando uma única folha oblongo-elíptica, raramente duas. Inflorescências compostas de 3 a 5 flores, sempre muito bem dispostas e que surgem de uma espata dupla de mesmo tamanho e vigorosa.

Flor
Flor com 18/20 até 25 centímetros de diâmetro, um tamanho  excepcional, pétalas e sépalas  de colorido típico lilás, em diversas tonalidades. As sépalas são lanceoladas, a maior parte das vezes planas e as pétalas mais largas, ovóides e graciosamente onduladas. O labelo apresenta variações que iremos destacar, as mais comuns, mais adiante.

Época de Floração
Em geral, no Norte e Nordeste brasileiro: Dezembro/Janeiro à Março e no Sudeste e Sul em Fevereiro/Março, mas as fortes variações climáticas recem ocorridas, tornam essas previsões pouco precisas.
Cultura    

Considerada como uma planta de facílima cultura e, por isso, muito recomendada para orquidófilos principiantes.  
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Referência Bibliográfica:
Texto baseado em Wikipédia, a enciclopédia livre, em artigo de Angelo Lo Ré publicado na Revista OrquidaRio, em artigos publicados nos Anais do II Encontro de Orquidófilos e Orquidólogos, de autoria do Dr. Luiz de Araújo Pereira e Lou Christian Menezes, e no Livro de João Paulo Fontes sobre a Cattleya labiata Lindl. Colaboração de meus amigos e companheiros do NOCB – Núcleo Orquidófilo Castello Branco, Guy Cliquet do Amaral e Carlos Alberto Seixas, Diretor Técnico do NOCB e colaboração técnica do Dr. Leonardo Pessoa Felix, da UFPa.